Família

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sexta-feira, 31 de julho de 2015

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Ilustre desconhecido

A partir de onde desconhecemos os conhecidos, a mim já permiti esquecer o nome de uma amiga de longa data, e se o cérebro é realmente formado por caixinhas ela ficou fora da caixinha, trocadilhos caem bem neste caso, porem o nome dela jamais esquecerei, ficou guardado, como aquele dia naquela esquina e em sua insistente solicitação para eu adicionar seu numero no meu telefone, entre vai digite ai e em minha relutância em afirmar que não lembrava seu nome, ficou em vez de um vácuo a fala afirmando que eu estava brincando que havia esquecido, eu com cara de Fausto. Cara de Fausto é uma expressão que uso por que Fausto faz uma cara de pois é tudo isto que ao contrário de cara de Monalisa também é muito usada pelas pessoas porém com outra denominação. Cíntia, sim o nome era este, como pude esquecer.
Os conhecidos são pessoas que não fedem nem cheiram mas de que de alguma forma fazem parte de nossa vida, nas redes sociais são amigos mas na vida real não são nada mais que obas e olás, mas existe um espaço até o conhecido passar a ser mais que isto, o espaço cham-se necessidade do outro!
É como ir passar férias na casa daquela avó, uma vez por ano, ai tem a casa dos tios, primos, sem assunto, sem interesse nos assuntos, falas, blá, blá, blá e tudo que você e eles querem é ficar em silêncio tc com os amigos, rezando para a hora passar e finalmente dizer, pois é vou indo!! Ambas as partes irão suspirar e finalmente os aparelhos deixados de lado naqueles intermináveis minutos, voltam as mãos lugar de onde não deveriam ter saído.
Um conhecido tem certas regalias como quando você passa por ele na rua e da um meio sorriso e ñ passa disso sem oi só o sorrisinho.

terça-feira, 28 de julho de 2015

Ela existe

Em pleno tempo de informatização, acordos políticos, conscientização sobre como evitar o consumo errado da água em algum lugar nos confins Sai Se Puedes lá esta ela,cuidando de sua vida doce no amargor de uma escravidão que julgam não existir mais.
Todas as opções, caminhos, bifurcações, rótulas até, mas a escolha foi a mesma da tataravó, talvez, ou com certeza menos, bem menos impetuosa e determinada, pois as mulheres das era das tataravós era guerreiras, fortes árduas, fêmeas, mas o que esperar mais do mundo, tantos caminhos pra que se o caminhar levou tantas andanas para onde ela foi na primeira ida.
Sem ir e vir sem provar desconhecidos, sem optar por ser diferente,se faz se fez, submissa, por que no Amago da submissão também esta a isenção de qualquer decisão que acabará resultando na sua responsabilização, lá esta ela entre os serviços do  lar e a criação de vários e diversos filhos.
Quem irá julgar ou querer tirar a paz e a calma aparente daquela amantíssima e dedicadíssima esposa, mulher, que escondida, reclusa por opção leva a vida, não é levada pela vida.
O que mais existe atras dos vidros da janela e dos portões da senzala residencial em que vive sem saber, sem questionar pois e tão fácil adaptar-se a servidão.
Mas não somos únicas em nossa clausura, procure e ira nos encontrar em cada lar que os arames estejam cheios, ou crianças brinque, lá fora ate mesmo em um choro que se ouça vindo de dentro abafado.


sábado, 25 de julho de 2015

Tudo faz lembrar você

Quem já teve um amor, ora a resposta é tão obvia que nem precisa existir. Amor fone de inspiração dos poetas, dos boêmios, dos que escrevem, dos que ouvem!!
Me intriga o tamanho das proporções que este sentimento pode ter principalmente ao não ser correspondido, ou aquele momento onde o corresponder ou não já não é um determinante.
Amar deveria ser verbo a ser conjugado junto, sempre no Nós, por que amar sozinho é chover no molhado é nulo, vago